O Brasil eliminado da Copa

O Brasil viveu os últimos
momentos do clima de Copa
do Mundo com milhões de
corações que palpitaram,
vibraram de alegria, enquanto
as cores verde e amarelo
contagiaram numa expressão
de verdadeiro patriotismo. Era
confiança de que os nossos
atletas retornariam trazendo o
troféu do hexa. Fato que não
sucedeu devido a eliminação na derrota ante a
Holanda.
Não obstante o otimismo, não diremos que não existia,
por parte de muitos, um acentuado resquício de dúvida
quanto a vitória. E estavam certos. Basta que
analisemos os fatos. A Copa do Mundo de 98
decepcionou milhões de brasileiros, pois ninguém se
conformou com a derrota da seleção brasileira diante
da França pelo escore de 3 a 0, diante de 80 mil
espectadores. O que teria acontecido com a seleção
que ostentava orgulhosamente o título de tetra campeã.
Falta de preparo técnico ou pura falta de sorte? Como
ninguém soube explicar, o remédio foi a torcida
contentar-se com a amarga derrota.
Quando decorrem neste exato 2010 doze anos do
triste acontecimento, eis que vem à tona a verdade
sobre o que se passou em solo de França. É quando
pesa sobre a CBF e a FIFA a inacreditável acusação de
terem feito armações para que o Brasil perdesse para a
França na Copa de 98. O articulista começa o texto
dizendo: “É revoltante ver o futebol utilizado como meio
de alienação”. Confirma que no dia 12 de julho (dia do
jogo final) daquele 1998, houve uma reunião com o

presidente da CBF Ricardo Teixeira (sobrinho de João
Havelange) o técnico Mário Zagallo, o supervisor da
seleção Américo Faria e o representante da patrocinadora
Nike. Durante a conversa, veio a aceitação de 70 mil
dólares para cada jogador, mais um bônus de US$ 400 mil
para estes e integrantes da seleção, totalizando 23
milhões de dólares, através da empresa Nike. Ficou ainda
acertado que quatro anos depois, os jogadores teriam as
mesmas bases a que se chamou “prêmios”.
Há informações que Ronaldo se recusou a jogar, o
que obrigou Zagallo a escalar o jogador Edmundo,
simulando que o outro “estava com problemas no joelho”, o
que foi logo depois alterado para “problemas estomacais”.
A situação de Ronaldo só foi resolvida depois que o
representante da Nike ameaçou retirar seu patrocínio
vitalício ao jogador, avaliado em mais de 90 milhões de
dólares ao longo de sua carreira. Diante da ameaça e
ofertas, ficou combinado que o Brasil seria derrotado
durante o “Golden Goal”. Isto posto, a equipe tetra
campeão foi goleada por 3 a 0, diante de 80 mil
espectadores. A seleção francesa não participou
absolutamente da suja negociação.
Garantiu ainda Ricardo Teixeira, através de João
Havelange, que o Brasil teria seu “caminho facilitado” para
o penta-campeonado de 2002.
E em que deu tudo aquilo? Em nada. De nossa parte,
cuidou- crime lesa-pátria, pois enquanto mais de 100
milhões de brasileiros torciam pelas nossas cores,
dirigentes da seleção deixaram se vender por dinheiro. E
por assim dizer, durante doze anos, o caso permaneceu
abafado sem que ninguém respondesse pelos seus atos.
Pelo contrário, o sr. Zagallo posou de ser um homem sério
durante a entrevista, na época, de um repórter sobre o
rumoroso caso. Como se vê, todo mundo tem seu preço.

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