Brasil faz bom trabalho na véspera do jogo contra o México e Felipão diz que Seleção é do povo

Técnico da Canarinho Luiz Felipe Scolari, secretário especial da Copa do Ceará Ferruccio Feitosa e o ex-centroavante e assessor da Arena Castelão Mirandinha (Fotos: Rafael Ribeiro/CBF

A Seleção Brasileira aproveitou muito bem esta terça-feira, no belo estádio Castelão, véspera do segundo jogo na Copa das Confederações contra o México.

Felipão, Murtosa e os preparadores Paulo Paixão e Anselmo Sbragia, estes na parte física, aproveitaram o tempo de uma hora permitido pela FIFA PARA realizar uma atividade considerada excelente por todos.
Em uma parte do campo, sob o comando de Felipão, os jogadores que não atuaram desde o início contra o Japão participaram de um treinamento tático, em que Scolari orientava-os sobre a melhor colocação e movimentação do meio-campo para o ataque.
Felipão revezava os titulares Oscar e Paulinho na tarefa de criação das jogadas, que ora se alternavam seguindo pelas laterais do campo, ora com Lucas e Jean, e Bernard e Filipe Luís,  ora com Jô servindo de referência pelo meio.

Na outra parte do campo, com Murtosa, os titulares se exercitavam em exercícios de cruzamentos e finalizações, com os jogadores se alternando nas tarefas ofensivas e defensivas – ora nas finalizações outras vezes na tentativa de interceptar os cruzamentos.
O treinamento foi encerrado com os dois toques, tradicional em vésperas de jogos. 
Felipão: A Seleção Brasileira é do povo e nós somos povo também
A proximidade e o contato dos jogadores da Seleção Brasileira com os torcedores após os treinamentos, como se repetiu nesta segunda-feira no Presidente Vargas, em Fortaleza, não  se constituiu em fato isolado. Ele acontece sempre quando as circunstâncias permitem, já que em uma competição como é a Copa das Confederações são impostas limitações que fogem da autoridade da comissão técnica.
Ainda assim, como explicou o técnico na coletiva que aconteceu nesta terça no Castelão, existe a disposição da comissão técnica de procurar uma forma para que os jogadores mantenham um contato maior com os fãs e admiradores da Seleção.
– A Seleção Brasileira é do povo, e nós somos povo também. Há vezes, naturalmente, em que não podemos atender a todo mundo, porque é impossível, dada as necessidades de privacidade e de treinamentos para uma competição. Mas, dentro do que está ao nosso alcance, sempre que for possível, vamos estar ao lado dos torcedores.
Assim como o torcedor tem estado ao lado da Seleção, como aconteceu até aqui nos amistoso e no jogo contra o Japão, e que Felipão espera que continue na partida de amanhã contra o México no Castelão.
– Acho que a gente tem conseguido atender aos anseios e expectativas dos torcedores, que querem ver a Seleção vencer. Precisamos continuar contando com o apoio de todos, e esperou que isso prossiga amanhã no Castelão. 
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A torcida já sabe de cor a escalação do time


Não existe mais mistério, nem a estratégia de revelar a escalação somente uma hora antes do jogo, como o próprio Felipão já fez desde que assumiu.
Na entrevista coletiva desta terça, o técnico se antecipou à pergunta do repórter, e revelou.
– O time será o mesmo do jogo contra o Japão.
Do goleiro ao número 11, portanto, o torcedor já vai se acostumando com a formação da Seleção Brasileira: Julio Cesar, Daniel Alves, Thiago Silva, David Luiz e Marcelo; Luiz Gustavo, Paulinho e Oscar;  Hulk, Fred e Neymar entram em campo nesta quarta-feira contra o México, às 16 horas, no Castelão. 
Felipão parece ter encontrado a formação que julga ideal para o momento. Mas isso está longe de significar que a Seleção Brasileira está pronta para atingir o níveo das três melhores seleções do mundo para disputar em condições de ganhar a Copa.
O técnico diz que os próprios jogadores sabem dessa realidade e estão empenhados em buscar um melhor rendimento.
– Claro que houve uma evolução nos últimos jogos, estamos atuando razoavelmente bem. Mas existe muita coisa a ser trabalhada, para termos confiança na capacidade da equipe.
Melhora que deve continuar no Castelão contra o México. Felipão espera um jogo muito difícil, devido à qualidade do adversário, que chega a passar certa preocupação.      
– O México tem um estilho de jogo completamente diferente daquele do Japão e vai vir para o jogo com um a proposta também diferente, pela necessidade de vencer.
Felipão diz um pouco do que a Seleção Brasileira precisa fazer para derrotar o México.
– Temos de vencer alguns duelos individuais e jogar com mais rapidez. Se não fizermos isso, vamos ter muitas dificuldades. 
Fonte; Assessoria da CBF
Edição: ramonpaixão – editor chefe do Jornal Escanteio

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