Mazurkiewicz, goleiro do ‘quase gol’ mais bonito de Pelé, morre aos 67 anos

O ex-goleiro Ladislao Mazurkiewicz, que defendeu a seleção do Uruguai em três edições da Copa do Mundo, morreu na madrugada de quarta-feira(02/01/2013) em um hospital de Montevidéu. Ele estava internado há mais de uma semana em razão de problemas respiratórios e o seu quadro ficou agravado após começar a sofrer com problemas renais.

Mazurkiewicz tinha 67 anos e ficou mais conhecido no Brasil após participar de lances com Pelé na Copa do Mundo de 1970, vencida pela seleção brasileira. No principal deles, no jogo válido pelas semifinais, o Rei do Futebol driblou o goleiro sem tocar na bola. A finalização, porém, foi para fora. Ao término do torneio, ele foi eleito o melhor goleiro da Copa do México

O. mundo do futebol começou o ano de 2013 com uma notícia tão triste quanto inesperada: o falecimento do uruguaio Ladislao Mazurkiewicz, considerado por muita gente como um dos melhores goleiros de todos os tempos. O “Chiquito“, como era conhecido em seu país, morreu aos 67 anos de idade e foi uma figura emblemática na meta do Peñarol e da Celeste Olímpica

O presidente da FIFA, Joseph S. Blatter, enviou uma carta à Federação Uruguaia de Futebol expressando sua tristeza pela notícia. “Foi com grande pesar que soube da notícia do falecimento de Ladislao Mazurkiewicz, recordista de participações pela seleção uruguaia em Copas do Mundo da FIFA, com 13 jogos. Em nome da FIFA e em meu próprio nome, gostaria de transmitir minhas mais sinceras condolências”, disse Blatter.

” Tido por muitos como sucessor do soviético Lev Yashin na posição, Mazurkiewicz marcou época nas décadas de 60 e 70, quando disputou três Copas do Mundo da FIFA – Inglaterra 1966, México 1970 e Alemanha Ocidental 1974. A campanha mais bem-sucedida foi sem sombra de dúvida a realizada em terras mexicanas, onde ele brilhou ao ajudar os uruguaios a chegar a um merecido e comemorado quarto lugar. Só o Brasil, comandado magistralmente por Pelé, conseguiu interromper a trajetória dos sul-americanos, na qual o arqueiro só havia sofrido um gol antes de se deparar com a Canarinha na semifinal. Com esse desempenho, foi considerado pela imprensa especializada como o melhor de sua posição no torneio.

“Sei que seu grande orgulho foi ter ouvido do próprio Lev Yashin, um dos maiores goleiros de todos os tempos, que ele seria seu sucessor natural”, completou Blatter em sua carta.

Mazurkiewicz, que costumava se vestir de negro para não servir como ponto de referência para os adversários, foi uma verdadeira garantia sob o travessão uruguaio. Com ele na meta, a Celeste não perdeu nenhum dos seis jogos que fez pelas eliminatórias sul-americanas para o Mundial entre 1965 e 1969 e levou apenas um gol.
No Peñarol, o goleiro foi decisivo para a campanha que culminou com as conquistas dos troféus da Copa Libertadores e da Copa Intercontinental de 1966 – sobre River Plate e Real Madrid, respectivamente. Ele deixou o futebol em 1981 e chegou a vestir a camisa do Atlético Mineiro entre 1971 e 1974. Ao longo de sua carreira, também defendeu o Racing de Montevidéu, o Granada espanhol, o Cobreloa chileno e o América de Cáli colombiano.”

Considerado um dos melhores goleiros da história do futebol mundial, Mazurkiewicz também participou de duas outras Copas, em 1966 e 1974. Ele também teve passagem marcante pelo Peñarol, clube em que conquistou a Libertadores e o título mundial em 1666.
Mazurkiewicz atuou no futebol brasileiro e defendeu o Atlético Mineiro entre 1972 e 1974. O ex-goleiro também jogou pelo Granada, da Espanha, o Cobreloa, do Chile, e o América de Cáli, da Colômbia, antes de encerrar a sua carreira no Peñarol, em 1981. 

Atlético(MG) lamenta morte do ídolo Mazurkiewicz

O Atlético lamenta o passamento de um dos grandes ídolos de sua história, o goleiro uruguaio Ladislao Mazurkiewicz Iglesias.
O arqueiro vestiu a camisa alvinegra de 1972 a 1974.
Mazurkiewicz nasceu em 14 de fevereiro de 1945, em Piriápolis, no Uruguai, e morreu na madrugada desta quarta-feira, em Montevidéu.
Ele disputou as Copas do Mundo de 1966 e 1970 pela Seleção Uruguaia.
Durante sua carreira, também defendeu Peñarol, do Uruguai, o Granada, da Espanha, o América de Cáli, da Colômbia, e o Cobreloa, do Chile.


Fontes: Agência Estado – Site Atlético(MG)
Edição: Ramon Paixão – editor chefe do Jornal Escanteio
Antonio Bento
Analista de Redes de Computadores , Pos-Graduado em Segurança de Redes de Computadores , Pos-Graduado Tecnologias Para Aplicações Web. Trabalha deste 2008 com Aplicações web em desenvolvimentos nas linguagem (php, Python, Ruby Rais) Conhecimento Avançando em banco sql Nosql.
http://stice.info

Deixe uma resposta