Pelé
Pelé no Grêmio? (Foto: Divulgação)

   O Zero Hora deu a deixa: por pouco Pelé não jogou no Grêmio aos 16 anos (nas palavras do próprio Pelé).
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 E se? Qual teria sido a história do maior jogador de todos os tempos se ele tivesse mudado o rumo da sua carreira? Não só o Pelé que conhecemos seria outro como também o Santos e o Grêmio, obviamente.

O amigo Fernando Vives lançou a piada. “Pelé seria reserva do segundo volante no Grêmio”. Havia talento demais para um clube que tem orgulho em dizer que seus ídolos vestem a camisa 5. Seus torcedores preferem um marcador raçudo a um craque. Este é o DNA gremista, mas com um pouco de paciência eles fizeram de Pelé o maior camisa 5 da história.

Pense no Santos que começava a formar um esquadrão e que tinha em Pelé sua principal joia. Sem ele os títulos paulistas de 1955 e 1956 teriam sido conquistados com Del Vecchio, Pepe e Zito, mas aquela geração perderia o fôlego. Coutinho, um garoto três anos mais novo que Pelé, não teria com quem tabelar dali para frente.

O jogo de 1964 pela Taça Brasil de 1963 no Estádio Olímpico e que teve a maior tabela já documentada entre Pelé e Coutinho teria, na verdade, um duelo entre os dois – aqui essa história no site do Santos. Nada de toques de cabeça do meio campo até o gol. E o 3 a 1 santista seria gremista. Já bicampeão do mundo pelo Grêmio e pela seleção brasileira, o ídolo gremista, Pelé, levaria a melhor não importando o seu lado nesse encontro.

O Grêmio não teve Pelé quando foi campeão gaúcho 12 vezes entre 1956 e 1968. Mas com Pelé teria ganhado tudo isso e muito mais. Quem duvida? Talvez o Grêmio fosse o maior campeão brasileiro hoje depois da unificação dos títulos feitos pela CBF.

Já o Santos, ainda que com craques, dividiria o protagonismo com o Palmeiras na década de 1960, mas com vantagem para o time alviverde. O Corinthians, mesmo sem títulos no período, teria no Santos o único rival com quem poderia duelar de igual para igual. Jejum de 11 anos? Isso não existiria.

O Grêmio ainda veria o ídolo da camisa 5 ser campeão do mundo com a seleção. Mas em 1973, na despedida de Pelé do Olímpico, uma fila de títulos se iniciaria. Glórias mesmo só quando surgisse um tal de Ronaldinho.

O Santos não seria o Santos Futebol Clube, famoso por ter tido em 1116 dos seus jogos o maior de todos. Mas Pelé também não seria Pelé se tivesse vestido a camisa 5 do Grêmio, convenhamos.
fonte:EsporteFino

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